domingo, 2 de junho de 2013


 Fabiana: Minha experiência com leitura e escrita.
Bem, hoje aos 33 anos tenho a oportunidade de relembrar minhas experiências leitora e escritora. Na verdade, tudo agora vem à minha cabeça e me lembro direitinho da primeira palavra que consegui ler sem a ajuda de ninguém. Foi a palavra “grátis” que li ao passar em frente a uma padaria numa cidade do interior.  Minha professora na 1ª série (D. Cidinha Sala) era muito exigente e na verdade a responsável por me alfabetizar e fazer com que eu me despertasse para o conhecimento de um mundo mágico. Sei que não tive muitas dificuldades em aprender e a gostar de ler e escrever e com o passar do tempo, eu tinha professoras de Língua Portuguesa que dava prova do livro e para se dar bem com o mesmo era necessário lê-lo com bastante dedicação. Não posso negar que a partir das leituras pedidas na escola é que me interessei de verdade pelos livros. Quando eu morava no interior, aos 13 anos mais ou menos, ia à biblioteca municipal e retirava livros e lia toda semana, sem ao menos um professor solicitar. Eu lia porque sentia que se não o fizesse, estaria faltando algo, uma “viagem” por assim dizer.
Até hoje ainda leio e escrevo bastante, não como era antes pois como esposa e mãe, outros afazeres vão tomando nosso tempo. Ainda assim, me orgulho de ter lido há pouco tempo “ Terra vermelha”, “Cinquenta tons de cinza” e por hora estou lendo “ A biblioteca Mágica de Bibbi Bokken”. Eu gostaria de Ler muito mais só que o mais importante é nunca parar, é nunca desistir e ter sabedoria para ver num livro a porta para o conhecimento de novos mundos.
O prazer pela  leitura é um dom radiante que vais sendo aprimorado dia a dia e ler nos faz conhecer os outros e a passar a conhecer nos mesmos. Quanto mais se lê, mais se aprende, mais apto se esta a  fazer parte de um mundo tão diversificado e exigente do qual fazemos parte.
Gostaria de falar a respeito de um texto maravilhoso de  Tatiana Belink Chamado “Onde já se viu?” o qual fala de um garoto ávido por livros apesar de pertencer a uma camada pobre da sociedade. É um texto bastante estimulante.

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